{"status":200,"response":{"result":"PUBLIC_ARTICLES_RETRIEVED","data":{"count":4,"content":[{"id":"60773c96f77cda0249a5b5c4","updated":"2021-04-15T14:18:08.654Z","created":"2021-04-14T19:03:50.308Z","statuses":{"approval_status":"approved","publish_status":"published","visibility_status":"public","has_pending_changes":false,"is_pinned":false,"is_paywall_disabled":false,"scheduled_date":null,"rejection_reason":null},"metadata":{"location":"home","location_slug":"blog","content_type":"post","publish_date":"2021-04-15T14:18:08.800Z","likes_count":0,"bookmarks_count":0,"comments_count":0,"score":"2021-04-15T14:18:08.800Z","sharing_title":"Acessibilidade no mundo físico e online","sharing_description":null,"sharing_image":"https://58e68bf56934d95555dd054c.redesign.static-01.com/f/images/81314722c1dc4ed4807f2eaf9f3dd895c1d8286e.png","tag_ids":["5f1779e2427f4f700e784bd0","5f9586b1e8de11441c9561a2","60437a1343675b56394fb0eb"],"author_user_id":"5ec721d14c288d1132d05b14","moderator_user_id":"5b35145e4408a0254db22fed","project_id":"58e68bf56934d95555dd054c","course_id":null,"course_module_id":null,"group_id":null,"version":1,"tags":[{"id":"5f1779e2427f4f700e784bd0","title":"acessibilidade","slug":"acessibilidade","project_id":"58e68bf56934d95555dd054c"},{"id":"5f9586b1e8de11441c9561a2","title":"Arquitetura e Design","slug":"arquitetura-e-design","project_id":"58e68bf56934d95555dd054c"},{"id":"60437a1343675b56394fb0eb","title":"acessibilidade digital","slug":"acessibilidade-digital","project_id":"58e68bf56934d95555dd054c"}]},"content":{"title":"Acessibilidade no mundo físico e online","slug":"acessibilidade-no-mundo-fisico-e-online","cover_image":"https://58e68bf56934d95555dd054c.redesign.static-01.com/l/images/81314722c1dc4ed4807f2eaf9f3dd895c1d8286e.png","headline":"Para quem já me deu a honra de ter lido outros conteúdos meus aqui na comunidade, sabe que a minha formação acadêmica é em arquitetura e urbanismo. Talvez por isso,","main_content":"
Para quem já me deu a honra de ter lido outros conteúdos meus aqui na comunidade, sabe que a minha formação acadêmica é em arquitetura e urbanismo. Talvez por isso, uma das aulas mais marcantes de toda a Jornada Insider Marketing na Era Digital foi a aula de Acessibilidade Digital com a Simone Freire, idealizadora do projeto Web para Todos.
Quando um arquiteto, ou mesmo estudante de arquitetura, ouve falar em acessibilidade, a primeira coisa que lhes (nos) virá a cabeça é: NBR 9050. Essa norma da ABNT dita as regras para a acessibilidade de projetos arquitetônicos e urbanísticos, e somos apresentados à ela logo no início da formação.
Um dos meus professores na faculdade costumava dizer que quanto antes no projeto pensarmos nela, mais fácil é de “encaixar os padrões” que a norma estabelece ao que queremos. Mas é muito mais que isso: quando um projeto de arquitetura é pensado a partir da acessibilidade, ele acolhe a pessoa com deficiência — que já enfrenta tantas dificuldades no dia a dia — e tem muito mais chances de ser esteticamente mais bonito do que aqueles que colocam uma rampa em qualquer lugar pelo simples fato de que é obrigatório.
Se projetamos os espaços físicos dessa maneira, por que no online seria diferente?
Quando um site é pensado desde o início para ser acessível, ele tem mais chances de ser esteticamente bonito, tecnicamente funcional e amplamente compreendido, porque design, desenvolvimento e conteúdo trabalham em conjunto para um único objetivo: atender os mais variados públicos, sem fazer distinção entre eles.
A acessibilidade digital, assim como na arquitetura, é boa para todas as pessoas. Melhora a experiência como um todo, de todos os usuários.
Ainda assim, pesquisas mostram que menos de 1% dos aplicativos e 5% dos sites brasileiros atendem os requisitos mínimos de acessibilidade (1).
Talvez fiscalização. A penalidade de um projeto arquitetônico que não atenda a NBR 9050 é não ser aprovado para construção, ou seja, ele nunca saíra do papel. E o que acontece a um site que não atenda aos critérios mínimos da W3C, se praticamente qualquer pessoa pode colocar um site no ar hoje em dia?
Bem, além de deixar de atender uma fatia enorme de mercado — só no Brasil são 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência (2) —, sites não acessíveis tendem a perder posição nos resultados de busca, não performar bem em campanhas de mídia paga, prejudicar a experiência dos usuários e, muito provavelmente, comprometer a percepção da marca como um todo...
Não parece ser uma lista que as marcas estão dispostas a perder, certo?
No entanto, seja pela desinformação ou pela dificuldade em tangilibilizar algumas destas “penalidades”, muitas ações que tornariam um site acessível acabam sendo neglicenciadas, deixando uma enorme oportunidade para qualquer marca que quer fazer a diferença e se destacar diante deste contexto.
Se você quer fazer parte do outro lado desta realidade, teste a acessibilidade do seu site neste avaliador disponibilizado pelo Governo Federal e siga o movimento Web para Todos.
____________________________________________
Referências:
(1) Fonte: Estudo de acessibilidade Web para todos + Big Data Corp + W3C Brasil (Setembro de 2020)
(2) Fonte: IBGE, Censo demográfico de 2010
(3) Foto de capa por Daniel Ali via Unsplash
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Se projetamos os espaços físicos dessa maneira, por que no online seria diferente?
Quando um site é pensado desde o início para ser acessível, ele tem mais chances de ser esteticamente bonito, tecnicamente funcional e amplamente compreendido, porque design, desenvolvimento e conteúdo trabalham em conjunto para um único objetivo: atender os mais variados públicos, sem fazer distinção entre eles.
A acessibilidade digital, assim como na arquitetura, é boa para todas as pessoas. Melhora a experiência como um todo, de todos os usuários.
Ainda assim, pesquisas mostram que menos de 1% dos aplicativos e 5% dos sites brasileiros atendem os requisitos mínimos de acessibilidade (1).
Talvez fiscalização. A penalidade de um projeto arquitetônico que não atenda a NBR 9050 é não ser aprovado para construção, ou seja, ele nunca saíra do papel. E o que acontece a um site que não atenda aos critérios mínimos da W3C, se praticamente qualquer pessoa pode colocar um site no ar hoje em dia?
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Não parece ser uma lista que as marcas estão dispostas a perder, certo?
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____________________________________________
Referências:
(1) Fonte: Estudo de acessibilidade Web para todos + Big Data Corp + W3C Brasil (Setembro de 2020)
(2) Fonte: IBGE, Censo demográfico de 2010
(3) Foto de capa por Daniel Ali via Unsplash
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\"As pessoas mudam a tecnologia e a tecnologia muda as pessoas\".
Começo meu conteúdo de hoje com esta reflexão trazida pela Martha Gabriel em uma das aulas do curso, para tratar de um assunto que, talvez não seja novidade para você, meu colega da jornada Insider, mas é um tema que sem dúvidas eu AMO falar a respeito e espero que contribua com alguma reflexão sobre como uma rede social foi capaz de transformar a maneira como consumimos o mundo offline.
O Instagram nasceu com o objetivo de compartilhar o momento atual por meio de fotos — o próprio nome vem da composição de \"instant camera\" e \"telegram\".
Na primeira versão do app, os posts eram limitados a frames únicos de fotos quadradas, até que com a popularização do Instagram e fortalecimento de seu apelo visual, lentamente deixamos de postar “instant moments” e começamos a selecionar o conteúdo que fosse “digno” do \"feed perfeito\".
Esse comportamento (entre outras influências externas, é claro) culminou na criação de novos recursos que facilmente nos adaptamos e utilizamos hoje, como os stories e mais recentemente o reels.
Mas, além de influenciar novas funcionalidades na rede, esse comportamento virtual trouxe para o “mundo real” uma busca por ambientes que ficassem \"bem na foto do feed\", impactando completamente a forma como buscamos e consumimos experiências no mundo offline.
Quem nunca viu a foto de um amigo em uma viagem e salvou como inspiração para suas próprias? Ou então, antes de saborear um prato em um restaurante fez um verdadeiro ensaio fotográfico tentando encontrar o melhor ângulo?
A verdade é que, como humanos, somos seres naturalmente sociáveis e temos um forte apreço por tudo que é visualmente bonito — ainda que beleza seja bastante relativo. Somando-se a isso, o avanço da internet e das redes sociais, criou um terreno fértil para sermos o tempo todo influenciados com o que os outros vivem, consomem e compartilham.
Portanto, é dentro deste contexto que o conceito de instagramabilidade surgiu: não do desejo de vivermos as experiências em si, mas da necessidade de as compartilharmos uns com os outros.
Instagramabilidade: capacidade que uma coisa (lugar ou objeto) tem para instigar nas pessoas o desejo de compartilhar aquele momento através das suas redes sociais — particularmente no Instagram.
Esse movimento é tão real que muitas marcas, ao perceberem esse comportamento de consumo, passaram a incluí-lo estrategicamente em suas ações de marketing e branding. Assim como, marcas inteiras nasceram a partir disso: The Color Factory e Museum of Ice Cream, ambos nos EUA, são provavelmente os exemplos mais conhecidos.
Os frutos da instagramabilidade bem aplicada são inúmeros: desde um número maior de visitas ao estabelecimento, passando pelo crescimento nas menções online e mídias espontâneas, fortalecimento da presença digital e lembrança de marca, até a possibilidade de criação de novos produtos e modelos de negócio.
Mas engana-se quem pensa que apenas grandes empresas conseguem tirar proveito dessa tendência. O consumidor de hoje não apenas anseia por ambientes e produtos que gerem uma experiência digna de compartilhamento, como baseia suas escolhas a partir disso.
Ou seja: seu negócio (insira aqui o seu nicho) não pode mais ser simplesmente funcional e esteticamente agradável, ele precisa contar uma história através da arquitetura, do design e do produto.
As marcas que conseguirem aplicar o conceito criando um verdadeiro universo de marca, que entrega a mesma mensagem em todos os pontos de contato, serão bem sucedidas em suas estratégias on-life.
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Instagramabilidade: capacidade que uma coisa (lugar ou objeto) tem para instigar nas pessoas o desejo de compartilhar aquele momento através das suas redes sociais — particularmente no Instagram.
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Os frutos da instagramabilidade bem aplicada são inúmeros: desde um número maior de visitas ao estabelecimento, passando pelo crescimento nas menções online e mídias espontâneas, fortalecimento da presença digital e lembrança de marca, até a possibilidade de criação de novos produtos e modelos de negócio.
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Olá Insiders! No meu primeiro post aqui na comunidade falei sobre a casa como refúgio de um mundo cada dia mais VUCA. Hoje, continuando minha reflexão, gostaria de falar sobre o papel da tecnologia dentro deste contexto.
Quando falamos na casa como local de descanso da vida acelerada e caótica que temos, imaginamos que o desejo de se manter offline ao chegarmos em casa seja comum e compreensível. No entanto, por mais que isso seja verdade para algumas pessoas e situações, na maioria dos casos vemos acontecer exatamente o oposto: estamos ainda mais conectados... só que às nossas casas.
Muito além de plataformas de redes sociais e aplicativos de mensagem, estar online hoje faz parte do nosso dia-a-dia de tantas maneiras, que mal nos damos conta do quanto a tecnologia também evoluiu os objetos mais corriqueiros da nossa casa, mudando inclusive a nossa relação com eles. Prova disso são os números impressionantes apresentados por Rafael Kiso no módulo 3.
O mercado de casas inteligentes vem em uma crescente nos últimos anos e, com a pandemia, vimos seus números aumentaram exponencialmente no mundo todo. Com a Internet das Coisas (IoT) avançando tão rapidamente quanto, temos objetos e eletrodomésticos mais conectados, integrados e autossuficientes.
Na casa refúgio, o papel da tecnologia é justamente atuar como facilitadora da rotina: ela é capaz de tirar tarefas da nossa lista e otimizar uma série de pequenas ações, possibilitando assim, que tenhamos mais tempo para relaxar e nos dedicarmos a atividades que nos tragam prazer.
Seja dimerizando as luzes para um momento mais relaxante, acionando uma música por comando de voz, ou programando um robô para limpar o chão antes mesmo de chegar em casa, a tecnologia nos proporciona conforto na rotina diária e mais do que isso: ela cria experiências.
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Na casa refúgio, o papel da tecnologia é justamente atuar como facilitadora da rotina: ela é capaz de tirar tarefas da nossa lista e otimizar uma série de pequenas ações, possibilitando assim, que tenhamos mais tempo para relaxar e nos dedicarmos a atividades que nos tragam prazer.
Seja dimerizando as luzes para um momento mais relaxante, acionando uma música por comando de voz, ou programando um robô para limpar o chão antes mesmo de chegar em casa, a tecnologia nos proporciona conforto na rotina diária e mais do que isso: ela cria experiências.
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Essa necessidade de acolhimento e segurança refletiu, no mundo da arquitetura e do design, em um movimento de priorização do bem-estar, tanto em espaços residenciais quanto corporativos. Nas empresas, vimos surgir os famosos espaços de descompressão, além de recepções e cozinhas com mais “cara de casa”. Nas casas, percebemos o desejo por banheiros maiores e melhor equipados (dignos de SPAs); o renascimento de espaços destinados a espiritualidade e meditação; e uma crescente valorização dos jardins internos, ainda que em espaços bem limitados.
As casas perfeitas e intocáveis, como verdadeiros showrooms de ambientes planejados, vem dando lugar à casas com mais personalidade e vida, que vão muito além do seu papel no atendimento das necessidades humanas: elas representam os valores de seus donos e contam suas histórias.
Com a pandemia do corona vírus, as características do mundo VUCA ficaram ainda mais evidentes, dando novos significados ao movimento da casa como refúgio.
De repente (será que tão de repente assim?), nos vimos obrigados a juntar todas as nossas atividades em um único lugar: nossa casa agora é também nosso espaço de trabalho, lazer e esporte.
Nos últimos meses, tivemos tempo o suficiente para prestar atenção nos espaços e nos objetos que compõe a nossa casa, e por consequência, muitos de nós reavaliamos nossos hábitos de consumo. Se falamos em sustentabilidade há mais de uma década, agora ela se mostra essencial na vida e nos negócios. Não apenas porque precisamos cuidar do mundo, mas também cuidar das pessoas.
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