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LGPD e Inbound Marketing

LGPD e Inbound Marketing

Podemos dizer que o marketing digital é: mensurável, democratizado, interativo, permite troca de informações e ofertas ilimitadas. Assim sendo, muitas empresas fizeram uso desta dinamicidade para entender melhor as dores e desejos de seu público-alvo, o que refletiu no crescimento considerável das empresas em um curto espaço de tempo.

Com a LGPD entrando em vigor, nos deparamos com a seguinte questão: como ajustar a estratégia de marketing digital? Isto porque a legislação exige que o usuário seja informado e tenha autorizado a coleta dados, sendo necessário especificar quais são os dados, para qual finalidade serão utilizados, bem como garantir a integridade, disponibilidade e confidencialidade durante sua coleta e seu armazenamento.

Logo, algumas cautelas devem ser tomadas. E, ao contrário do que pode parecer, a LGPD vem de encontro com as necessidades do usuário. Isto porque para encanta-lo é preciso respeitar o seu tempo e momento, apresentar a marca como quem entrega um convite e despertar no usuário a identificação com a marca. 

Uma forma de atrair e envolver, e que muitas empresas vêm adotando para se destacar no mercado, é o Inbound Marketing. Como bem definem Martha Gabriel e Rafael Kiso no livro “Marketing na Era Digital”:

“O Inbound marketing é tão poderoso porque tem o poder de fornecer ao consumidor exatamente as respostas que ele procura no ponto exato em que ele precisa.”

                Este poder do Inbound Marketing advém do trabalho de três pilares do marketing digital, a serem: marketing de conteúdo, SEO e SMM.

        O marketing de conteúdo é uma das formas mais eficientes para se criar e alimentar uma conexão com o usuário. Normalmente vemos o conteúdo, como marketing de atração, sendo entregue por etapas, despertando curiosidade e engajamento crescente. Por exemplo:

  • Etapa 1: Conteúdo gratuito: visualização de post em rede social e/ou acesso ao site/blog.
  • Etapa 2: Conteúdo fechado: acesso a landing page com entrega de dados pré-definidos
  • Etapa 3: Conteúdo exclusivo: aquisição do produto

Mas, para conseguir converter de fato, a cada etapa da jornada do usuário no funil de vendas, o conteúdo deve ser:

  • Personalizado >> identificando diferentes personas;
  • Recorrente, como ritual >> gerando experiência de consumo e fidelidade;
  • Relevante ao score >> retendo atenção e interesse do usuário;
  • Mágico >> gerando transformação através da experiência.

Somado ao conteúdo, temos a estratégia de SEO e SMM, com o uso de palavras chaves e métricas pré-definidas. Afinal, não basta ter um bom conteúdo. É preciso ser encontrado. E como pressupõe o Inbound Marketing: “tudo começa com uma busca”. Logo, é preciso estar atento aos movimentos dos usuários e de tudo que o cerca.

Marketing na Era Digital
Vivian Kadowaki
Vivian Kadowaki Seguir

Acredito que o aprendizado continuo e a busca por novas oportunidades são essenciais para nosso crescimento. Tenho experiência com B2B, coordenação e produção de ações promocionais e de eventos corporativos. Vamos somar nossas experiências?

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