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Melhor ’Swotinir’ do que fraquejar

Melhor ’Swotinir’ do que fraquejar

Inserida no universo do Marketing desde a minha formação, ou até antes, a matriz Swot se fez presente, até o momento, no achismo do meu entendimento. Forças, fraquezas, oportunidades e ameaças eram somente a didática pronta, conceito e só.

Poucas vezes utilizada no decorrer da minha carreira profissional, devido a infelicidade do marketing não ser essencial no quadro corporativo de muitas organizações — diga-se de passagem, até hoje. Pasmem, compreendo no olhar distante do que vivi até hoje o quanto seria necessário para o cenário atual.

Tanto na criação e no reproduzir algo que já existe, estudar o ambiente de marketing se faz fundamental para prosseguimento do alcance que deseja. O planejamento de uma estratégia representa que todos os conceitos, fatores, impactos já foram colocados em questão para não paralisar no primeiro obstáculo.

E como podemos ver isso tudo antes de colocar para o mercado uma empresa, um produto, um serviço?

Analisar o que pode impactar o direcionamento das ações até o consumidor. Até porque ele é o nosso centro.

O macro ambiente são forças que não temos poder sobre ele: econômico, demográfico, cultural, tecnológico, natural, político e social. Exemplo simples que não tivemos controle é a própria a pandemia, fator decisivo para a saúde de empresas.

O micro ambiente é o dentro da empresa e próximo ao consumidor. Fornecedores, concorrentes, clientes, públicos, parceiros, todo o organograma da empresa, onde todos devem conversar com o marketing.

Para fazer uma estratégia é preciso considerar essas forças.

Algumas empresas negligenciam as forças internas onde acontece a principal venda do negócio pois são elas quem vão vender ao externo. Primeiro é preciso que todos da empresa estejam juntos e alinhados para fluir o processo.  

Todo esse levantamento é para traçar a estratégia, ou seja, a análise SWOT (Strength, Weakness, Opportunity, Threat/Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças).

De uma forma bem simples, para entender, tudo o que vem de fora é representado por oportunidade e ameaças. E todo o interno são as forças e fraquezas.

Alguns exemplos:

Pontos fortes: qual seu diferencial? O que você tem que os concorrentes não tem? Ou o que os outros enxergam que você tem de especial?

Pontos fracos: O que a concorrência possui que eu não tenho? O que eu não faço que os outros fazem?

Ameaças: O que seu concorrente anda fazendo? O que a pandemia prejudica meu negócio?

Oportunidades: Para algumas áreas, a pandemia surgiu como oportunidade, como o e-commerce, por exemplo.

Portanto, é um detalhamento que leva um trabalho, mas se faz necessário para a eficiência de uma boa estratégia. As empresas que não possuem a análise tendem a não conseguir superar adversidades que ocorrem normalmente com o mercado. Porém uns passam com menos impactos e outros não. Vale a reflexão.

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