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Play no game

Play no game

Recordo-me que na aula, gritei a seguinte frase: - "nunca mais crítico meu sobrinho" que transmite com seus seguidores suas estratégias de jogos on-line, muito menos desdenho do sonho de virar um streamer profissional. Algo que aliás é um sonho da maioria dos meninos (as) dessa nova geração. Afinal, alguns renomados profissionais recebem valores expressivos, cá entre nós pra fazer o que mais gostam, justificado inclusive por cifras que o mercado movimenta – algo em torno de 152,1 de bilhões de dólares anuais, como cita o livro Marketing na Era Digital.

Mas se engana que acha que a gameficação é a algo somente limitado aos games, sobretudo porque ganhou socialização, apesar de suas limitações já que só é possível jogar em máquinas potentes; os jogos ganharam as redes sociais que tiveram os a adesão disponibilizando jogos como FarmVille e Mafia Wars (então games sociais), quem nunca. Fato que possibilita a interação e competição entre as pessoas, algo que mudou a rotina dos usuários e alavancaram a economia de bens virtuais ligados a eles.

Com possibilidades infinitas, já são considerados altamente benéfico para os negócios tanto para in- game-advertising quanto para para adversgaming  (brandend entertainment) para veiculação de propagandas e criação de jogos, aproveitando das várias horas que os usuários passam imersos neste universo promissor.

Não é a toa que este movimento em crescente desperta tanto interesse e expansão, nós seres humanos em algum momento da vida nos rendemos aos jogos, eles causam prazer e sensação de bem estar, isso ainda em esferas fora do digital tais como: cartaz, pingue pong por muitos considerados até poucos interessantes. No entanto, hoje a realidade é outra e temos opções incríveis que encantam diferentes tipos de públicos e que mesmo sem assumir já demos o play.  

Marketing na Era Digital
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