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Onde está a singularidade?

Onde está a singularidade?

Com a chegada da IA - Inteligência Artificial, uma questão preocupa a mente de todos: Será possível alcançar a singularidade dos robôs?

Singularidade: Capacidade independente das máquinas, quando os robôs “pensariam” e “sentiriam” como os seres humanos de forma autônoma.

Você já deve ter visto isso em vários filmes. Mas será que deve acontecer algum dia? A IA poderá superar o ser humano em inteligência?

Os robôs dominarão o mundo?

Futurismo, realidade ou ficção científica?

O teste de Turing testa da capacidade das máquinas em imitar o comportamento humano de forma inteligente e testa a diferença entre uma ação executada por um humano ou uma máquina, em outras palavras, detecta se um robô pode se passar por um ser humano sem ser descoberto. Este teste foi desenvolvido pelo matemático Alan Turing em 1950, considerado por muitos como o “pai da computação” e pioneiro em IA.

Nos testes, um humano é colocado para interagir com uma máquina e outros humanos, sem que saiba com quem está interagindo, ele precisa tentar descobrir quem é humano e quem é o robô; se a maquina conseguir se passar por um humano ela ganha pontuação e é considerada um Inteligência Artificial.

Garry Kasparov, um dos maiores enxadristas do mundo e campeão mundial durante 15 anos, enfrentou um computador (Deep Blue). E supreendentemente encontrou dificuldades com seu estranho competidor, que o venceu de maneira intrigante, contrariando a lógica, Deep Blue apresentou jogadas intuitivas.

Filmes como O jogo da imitação (2014) e Quebrando o código (1966) são boas indicações para quem deseja estudar mais sobre o assunto.

Se desejar testar você mesmo, procure no google pela Sete Zoom, criada pela Unilever, a famosa chatbots que destruiu corações apaixonados, que não puderam diferenciá-la de uma mulher de verdade.

Que os robôs são necessários no mundo de hoje, não restam dúvidas, então cabe a nós humanos aprendermos a conviver com eles, com ética e responsabilidade. 

Robôs sendo robôs e humanos sendo humanos.

Dani Toniete

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