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Dificuldade de atingir o "um a um" usando uma verba pequena de anúncios

Dificuldade de atingir o

Ao estudar a netnografia, ficamos mais próximos dessa ideia de aproximar as dimensões físicas e digitais, olhando para os indivíduos da audiência. Porém, quando o cliente tem uma verba pequena de marketing em ambiente digital tudo pode se complicar. Será?

Comecei a pensar a netnografia para tagueamento de público e personalização cada vez maior.

Através do conteúdo do Curso Insider Marketing na Era Digital explorei melhor esse conceito para depois evoluir em aplicações práticas.

Conceituando a Netnografia

Como demonstrado no módulo introdutório: Conforme as pessoas passam a viver cada vez mais simultaneamente nas dimensões física e digital, essa última torna-se cada vez mais essencial para a compreensão dos valores e comportamentos das pessoas.

A utilização da antropografia aplicada ao ambiente digital – área emergente de pesquisa de mercado, denominada netnografia – caracteriza-se como um dos principais instrumentos para conhecimento dos públicos-alvo na era digital.

Um desafio no turismo de luxo

Aceitei o desafio de aplicar a netnografia para "tagueamento" de público e personalização em um cliente de verba baixíssima de marketing em ambiente digital.

As vendas muito caracterizadas por conversão um a um, demonstrando uma certa dificuldade em escalar a captação de leads com a falta de investimento.

Organizando a captação, estruturação e organização dos dados

Criamos uma campanha teste de captação de leads com landing pages e anúncios no Facebook e Instagram.

As pessoas começaram a cair na base de email marketing para receber newsletters semanais.

Essa nutrição de leads permitia aproximação dos interesses das pessoas, ampliar a visibilidade e o contato da marca até o esperado momento de compra de uma viagem.

Lembrando que o case em questão é de uma empresa de turismo de luxo, cuja persona é exigente e não fecha “pacotes de viagens”.

A falta de verba permeia também a limitação da equipe em analisar os dados de aberturas e cliques dos e-mails marketings semanais para entender melhor o perfil e comportamento dessa audiência.

Em paralelo, uma das ações que era possível fazer dentro disso era entrar em contato com os leads que seguiram a página no Instagram.

Dessa forma, enviávamos uma mensagem direta para aqueles que se tornavam seguidores.

Esse contato direto possibilitou estreitar o relacionamento com aquelas pessoas no um a um. Da forma como elas gostam de ser tratadas!

Um desabafo final: como você faria?

Agora imagine você com esse cliente e essa limitação de investimento em marketing no digital e no físico. O que você faria?

A estratégia, que aqui chamarei de mínima, funcionou.

A cliente conseguiu evoluir o contato e conduzir o cliente na jornada de compra. Outros só continuaram recebendo as NEWS e acompanhando o conteúdo nas redes sociais.

Eventualmente passamos a trabalhar campanhas de oferta para esse público de envolvimento. E ainda rodando testes.

O desafio continua. A cliente continua ativa! Tento não ficar presa ás possibilidade se a verba fosse maior, e tento dar o meu melhor.

Mas deixo agora aqui um espaço aberto para contribuições.

Marketing na Era Digital
Nathália Barbosa
Nathália Barbosa Seguir

Estrategista apaixonada por copywriting. Formada em RP desde 2012. Com pós em Gestão de Empresas e Negócios. Criei em 2017 minha agência com consultoria, operando 100% digital, e equipe remota. Em 2020 eu me tornei Nômade Digital. Assim sigo!

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