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Somos todos "smart", somos todos "mobile"

Somos todos "smart", somos todos "mobile"
Andréa de Souza
out. 17 - 3 min de leitura
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Somos todos "smart", somos todos "mobile". Temos app pra tudo e se por acaso não tivermos, a gente cria. Quem, depois de viver o confinamento do Covid-19 e contar com as facilidades do Ifood, Uber Eats e afins, pensa em desfazer desses hábitos? Ouvir música sem a necessidade de baixar e ocupar a memória do celular? Spotify que o diga, um dos aplicativos mais usados e o app de música mais utilizado em todo o mundo. Trabalho sem WhatsApp, alguém imagina isso? Compras sem a Amazon? Pagamentos em filas de banco novamente? Jamais!! Temos tudo isso ao alcance dos dedos, sete dias por semana.

Se por um lado toda essa praticidade nos tornou cada vez mais smart, mais mobile, nos tornou também muito mais exigentes. Exigentes com qualidade, prazo, atendimento, preço e tudo mais, pois temos acesso - rápido - a todo tipo de informação que precisaremos e já nos acostumamos a isso. Quem nunca entrou em contato com o Ifood porque a entrega demorou dez minutos que atire a primeira pedra!

As mudanças e o desenvolvimento de novos meios de comunicação permitem o acesso a novas formas de ação e interação, assim como novos tipos de relacionamentos sociais. Antes dessas mudanças, para se comunicar, era necessário compartilhar o mesmo espaço-físico-temporal e a interação face a face predominava, hoje, as outras duas formas predominam. Podemos fazer uma reunião online com pessoas de vários lugares do mundo ao mesmo tempo, ou nos conectar às famosas lives das redes sociais digitais, tudo sem sair do sofá da sala de casa.

Na web 3.0, o usuário da internet deixa de ser apenas um mero usuário para se tornar também um produtor de conteúdo online. Ele não é mais aquela pessoa que recebe a mensagem. Ele interage, ele reage, ele discorda. Ele faz valer o seu direito de fala. 

Os consumidores se tornam, nesse contexto, co-criadores desses produtos e serviços, na medida em que colaboram com o planejamento, a produção e mesmo a criação de comunicação sobre o produto/ serviço, por meio do diálogo direto com as marcas, proporcionado pela internet. Essa nova ordem fez com que as marcas busquem estabelecer novas relações de poder a partir dos processos de interação com seu público online. E esses mesmos consumidores tornaram-se o ponto focal das relações de consumo e as marcas lhe conferiram o grande poder das interações ocorridas no meio digital (redes sociais, blogs, fan pages, fóruns, sites de marcas), impactando na nova forma da estrutura comunicacional online, em que o verdadeiro poder está literalmente nas mãos do consumidor. 

Esse consumidor de hoje compra online mas não compra em qualquer lugar e nem consome qualquer produto ou serviço. Ele checa referências, verifica provas sociais, confirma com o seu círculo de amizades, mesmo que das redes sociais, como foi o processo de aquisição do produto, de entrega, de troca, como foi o atendimento, como foi conseguir falar na empresa em caso de necessidade etc. 98% das pessoas que visitam sites de compra, visitam também sites de busca no mesmo período, o que mostra que esse consumidor está atento a tudo que possa envolver a empresa escolhida para realizar a compra. 






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